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O perfil do Diego, lido no lugar onde cada coisa acontece

Cada marcador aponta um achado exatamente onde ele mora no perfil, e cada publicação da grade abre com a leitura dela. Nada aqui é opinião solta: tudo saiu do que está publicado. Leitura de 24/09/2026, sobre as publicações mais recentes, que neste perfil são as 10 publicações próprias do período. O botão no topo alterna entre o perfil como está hoje e uma proposta que só reorganiza o que já existe.

Você está vendo a versão proposta. Mudam o campo de nome, a ordem da bio e a barra de destaques. Nenhuma das mudanças pede conteúdo novo: as palavras vêm da própria bio e das legendas já publicadas, e os três destaques reúnem publicações que já estão no ar desde 2023, 2024 e 2025.
di_diegosantos INSTAGRAM · 24/09/2026
Diego Santos
di_diegosantos
14 publicações 936 seguidores 3.366 seguindo
Diego Santos
Diego Santos | Educação e Pesquisabusca
👨🏾‍🎓 Educador 🔎 Pesquisador 📚 Lifelong Learner 🎤 Cantor de Karaokê 🚶🏾Modelo @soudisantos_ @agenciamodelsblack
👨🏾‍🎓 Educador · 🔎 Pesquisadorjuntou Pesquisa, educação e cultura afro-brasileiraassunto das legendas 📚 Lifelong Learner 🎤 Cantor de Karaokê 🚶🏾Modelo @soudisantos_ @agenciamodelsblack

Achado 1 · a bio aparece inteira na tela, e nenhuma linha diz o assunto

A bio tem cinco linhas e não tem corte: tudo o que está escrito aparece antes de qualquer toque em "mais". São elas: "👨🏾‍🎓 Educador", "🔎 Pesquisador", "📚 Lifelong Learner", "🎤 Cantor de Karaokê" e "🚶🏾Modelo @soudisantos_ @agenciamodelsblack". Cinco papéis, nenhum tema.

O tema existe e é justamente o que mais rende. As três publicações em que você mostra o próprio trabalho têm mediana de 13,78%, contra 9,40% do perfil inteiro, e as três ficam acima da mediana. A maior de todas, 19,66% em 15/05/2025, tem legenda que conta a ida a Cusco "para apresentar a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais no ICMTT 24". A bio está dizendo menos do que a grade entrega.

A correção não pede frase nova: basta subir para a primeira linha o par que o feed comprova (educador e pesquisador) e acrescentar, com as palavras que as próprias legendas já usam, o assunto de que você trata (pesquisa e educação em 15/05/2025 e 28/01/2024, cultura afro-brasileira em 23/01/2025, 11/04/2024 e 25/01/2023). Espaço não falta: sem corte, cada uma das cinco linhas vale por inteiro. Toque em "Como poderia ficar", no topo.

Achado 2 · três campos do cabeçalho estão livres: nome, categoria e link

O campo de nome traz apenas "Diego Santos", a mesma informação que o @ já entrega. A categoria está em branco na leitura de 24/09/2026. E o campo de link não leva a nenhum destino próprio: o único endereço externo registrado na coleta é o Threads do mesmo @di_diegosantos, ou seja, o clique devolve o visitante a outro perfil seu.

A busca do Instagram indexa dois campos, o @ e o campo de nome. Hoje os dois dizem a mesma coisa: quem já conhece você encontra, quem procura por educação, pesquisa ou cultura afro-brasileira não chega. E quem chega e se interessa não tem para onde ir.

É atenção sobrando sem destino. Com 9,40% de engajamento mediano e 13,7 comentários a cada 100 curtidas, este perfil converte atenção em resposta; o que falta é um lugar para levar essa resposta depois do comentário. Nome mais tema, uma categoria escolhida e um destino próprio no link (contato, currículo público ou uma página de trabalhos), anunciado na última linha da bio, resolvem os três. Toque em "Como poderia ficar", no topo.

Achado 3 · zero destaques, com três coleções já prontas dentro do que você publicou

A barra de destaques está vazia, nenhum destaque registrado em 24/09/2026. Enquanto isso, o material está publicado e datado: pesquisa e eventos em 15/05/2025 (Cusco, ICMTT 24, 19,66%) e 13/06/2024 (Fórum Abratur 2023 e fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão, 9,83%); sala de aula em 28/01/2024 ("noite especial de formatura como paraninfo", 13,78%); cultura e ancestralidade em 23/01/2025 (7,69%), 11/04/2024 (exposição "Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou", 4,49%) e 25/01/2023 (6,62%).

A barra de destaques é a única parte do perfil que fica parada, visível e organizada por assunto para quem chega pela primeira vez. Com ela vazia, o visitante precisa rolar quatro anos de grade para descobrir que ali tem pesquisa apresentada fora do país, fala em evento de governo estadual e uma formatura como paraninfo.

São seis publicações já produzidas e sem vitrine. Três destaques, "Pesquisa e eventos", "Sala de aula" e "Cultura e ancestralidade", se montam sem gravar nada. Toque em "Como poderia ficar", no topo.

Achado 5 · a pausa de 482 dias não custou audiência

Entre 15/05/2025 e 09/09/2026 foram 482 dias de calendário sem publicar, quase 16 meses, a maior das sete pausas acima de 60 dias do período. A publicação de retomada, em 09/09/2026, trouxe 27 comentários, o maior número absoluto das dez, e 42,19 comentários por 100 curtidas, contra 13,7 do perfil inteiro.

Uma audiência que responde assim depois de 482 dias é audiência de relação, não de alcance. O perfil não precisa reconquistar ninguém. O que ainda não está resolvido é a frequência: dez publicações em 204 semanas, ou 0,05 por semana.

E o ritmo já foi executado aqui dentro: 09/01, 16/01 e 23/01 de 2025, três publicações em 14 dias, uma a cada sete, com mediana de 9,08%. Uma publicação a cada sete ou dez dias, com o acervo de viagens, eventos e sala de aula que já existe, tira o perfil de 0,05 por semana sem inventar formato novo.

A barra de destaques está vazia: nenhum destaque registrado na leitura de 24/09/2026.
PE
Pesquisa e eventos
SA
Sala de aula
CA
Cultura e ancestralidade
▤ PUBLICAÇÕES
▶ REELS
👤 MARCADAS
FILTRAR
Clique em qualquer publicação para abrir a leitura dela, com legenda, marcadores e o que os números dizem. O percentual no canto é o engajamento: curtidas mais comentários sobre seguidores.

Achado 4 · quando você publica o próprio trabalho, o público responde quase o dobro

Separando as dez por assunto: trabalho (pesquisa, ensino e eventos), 3 publicações, mediana 13,78%, as três acima da mediana do perfil; natureza, trilha e espiritualidade, 2 publicações, média 11,06%; vida pessoal e afeto, 2 publicações, média 6,36%; cultura e ancestralidade, 3 publicações, mediana 6,62%.

O assunto que você trata como bastidor, o próprio trabalho, é o que mais rende: 13,78% contra 9,40% do perfil, 1,47 vez. E é um grupo pequeno, 3 das 10. Cultura e ancestralidade é o grupo em que este público responde menos, com mediana de 6,62% em três publicações, ainda assim 22 vezes a régua de 0,30%: o tema não é o ponto.

A diferença está na legenda. Em 23/01/2025 são 88 caracteres e em 25/01/2023 são 107, enquanto 15/05/2025 e 13/06/2024 contam o que você foi fazer, com nome de evento e de cidade, em 364 e 542 caracteres. O caminho já está no próprio feed: a de 11/04/2024 lista Tia Ciata, Donga, Pixinguinha e Cartola e avisa a data em que a exposição se encerrava; a de 13/06/2024 junta o Fórum, a fala e Alcântara na mesma legenda. É essa estrutura, o que é aquele lugar, por que você foi, o que aprendeu ali, que falta às visitas culturais.

Achado 6 · as dez do período são imagem, e o vídeo chega à grade pela mão de outras contas

As dez publicações analisadas são imagem. A grade mostra 14 itens, e 4 deles são publicações em colaboração pertencentes a outras contas: @adornos_e_magia, @revistahospitalidade duas vezes e @soudisantos_. Duas dessas quatro estão em formato reel. Dessas quatro a coleta não traz data, curtidas nem comentários, então elas não entram em nenhum cálculo.

Pela ordem da grade, duas delas ficam entre 15/05/2025 e 09/09/2026, uma entre 23/01/2025 e 15/05/2025 e uma entre 13/06/2024 e 09/01/2025, ou seja, dentro dos intervalos mais longos sem publicação própria. Outras contas já publicam com você, e é bom que continuem: elas colocam o perfil diante de outra audiência.

O que ainda não está sob seu controle é o vídeo próprio. Para um perfil cuja bio anuncia karaokê e modelo, um formato simples e repetível cabe bem: contar em até um minuto a história de uma das viagens de trabalho já publicadas (Cusco em 15/05/2025, Maranhão em 13/06/2024) ou o que você diz a uma turma, no mesmo tom da legenda de 28/01/2024.

★

Sumário executivo

A leitura em três parágrafos

Este perfil já resolveu o que costuma ser mais difícil: ser ouvido. São 9,40% de engajamento mediano nas dez publicações do período contra 0,30% da mediana do Instagram, com 13,7 comentários a cada 100 curtidas e nenhuma das dez sem comentário. Não há uma única publicação abaixo da régua de mercado: até o piso é alto, porque a menor das dez, em 12/10/2022, marca 2,99%, 9,97 vezes essa régua. E há repertório real por trás disso, tudo já publicado: pesquisa apresentada no ICMTT 24, em Cusco, participação no Fórum Abratur 2023, fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão e uma noite de formatura como paraninfo. Na comparação medida no mesmo dia e pelo mesmo método, no bloco 06, os 9,40% ficam à frente da mediana de todos os outros perfis da tabela, sendo a mais alta delas 3,06%, num grupo de referências do mercado em que cinco dos seis perfis têm audiências maiores, o maior deles com 29.905 seguidores.

O que falta é frequência e um cabeçalho que trabalhe. Foram dez publicações em 204 semanas, 0,05 por semana, com sete pausas acima de 60 dias, a maior delas de 482 dias entre 15/05/2025 e 09/09/2026. E quem chega encontra campos parados: o campo de nome repete o que o @ já diz, a categoria está em branco, o link não leva a nenhum destino próprio (o único endereço externo registrado é o Threads do mesmo @) e não há nenhum destaque, embora as seis publicações que montariam três destaques já estejam no ar desde 2023, 2024 e 2025. A bio, que aparece inteira na tela porque não tem corte, lista cinco papéis e nenhum assunto.

O caminho está escrito na própria grade. As três publicações em que ele mostra o trabalho têm mediana de 13,78%, 1,47 vez a mediana do perfil, e as três ficam acima dela; a maior de todas, 19,66% em 15/05/2025, é uma foto de viagem cuja legenda conta que ele foi apresentar pesquisa. E a audiência provou que espera: depois de 482 dias sem publicar, a publicação de 09/09/2026 voltou com 27 comentários, o maior número do período, e 42,19 comentários por 100 curtidas, três vezes a taxa média do perfil. O contexto ajuda, e está no bloco 05: as viagens e travessias que ele já publica tocam o tema de maior interesse declarado entre os usuários brasileiros do Instagram, já que 55% deles dizem se interessar por viagem e turismo, em pesquisa com campo em dezembro de 2025. Não é um perfil que precisa ser reconstruído, é um perfil que precisa aparecer com mais frequência e dizer, logo no topo, do que ele trata.

O que está pronto

A relação com a audiência: 9,40% de mediana, 13,7 comentários por 100 curtidas e nenhuma das dez publicações sem comentário. O repertório também já existe e está publicado, de congresso internacional a sala de aula.

O que falta

Frequência e um cabeçalho que trabalhe: 0,05 publicação por semana, campo de nome repetindo o @, categoria em branco, nenhum destaque e link sem destino próprio.

Por onde começar

Dizer o assunto na primeira linha da bio e no campo de nome, abrir três destaques com material já publicado e voltar ao ritmo de janeiro de 2025, quando saíram três publicações em 14 dias.

01

Diagnóstico do perfil

O perfil de Diego Santos tem a parte cara já resolvida: uma audiência de 936 pessoas que responde a todas as publicações, com 9,40% de engajamento mediano contra 0,30% da mediana do Instagram. O que está parado é o cabeçalho, que não diz o assunto a quem chega, e o ritmo, dez publicações em 204 semanas.

Os ativos que já existem

  • ✓
    Engajamento mediano de 9,40%, tanto no período inteiro quanto na janela recente (são o mesmo conjunto de dez publicações). É 31,34 vezes a mediana do Instagram, de 0,30%.
  • ✓
    Dez das dez publicações acima da régua de mercado. Da maior, 19,66% em 15/05/2025, à menor, 2,99% em 12/10/2022, nenhuma fica abaixo de 0,30%. Cinco delas ficam acima da própria mediana do perfil.
  • ✓
    Conversa alta: 13,7 comentários a cada 100 curtidas, resultado de 109 comentários para 798 curtidas nas dez. O conteúdo provoca resposta, não só aprovação.
  • ✓
    Nenhuma publicação sem comentário, 0 de 10. A menor contagem é 2 (12/10/2022) e a maior é 27 (09/09/2026).
  • ✓
    A bio aparece inteira na tela. A leitura de 24/09/2026 registra que não há corte: as cinco linhas são lidas sem que ninguém precise tocar em "mais", então cada uma delas vale por inteiro.
  • ✓
    Repertório já publicado e datado: pesquisa apresentada no ICMTT 24, em Cusco (15/05/2025), Fórum Abratur 2023 e fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão (13/06/2024) e uma noite de formatura como paraninfo (28/01/2024).
  • ✓
    O assunto que mais rende já está identificado. As três publicações sobre o próprio trabalho têm mediana de 13,78%, 1,47 vez os 9,40% do perfil, e as três ficam acima da mediana.

Onde está o espaço de crescimento

  • !
    O campo de nome traz só "Diego Santos", o mesmo que o @di_diegosantos já entrega. É o segundo campo que a busca do Instagram indexa, e hoje ele repete o primeiro em vez de nomear um tema.
  • !
    A bio lista cinco papéis e nenhum assunto: "👨🏾‍🎓 Educador", "🔎 Pesquisador", "📚 Lifelong Learner", "🎤 Cantor de Karaokê" e "🚶🏾Modelo @soudisantos_ @agenciamodelsblack". Como não há corte, nada fica escondido: o espaço existe e está sem tema.
  • !
    A categoria está em branco na leitura de 24/09/2026, então o rótulo abaixo do nome não diz a área em que ele atua.
  • !
    O link não leva a nenhum destino próprio. O único endereço externo registrado na coleta é o Threads do mesmo @di_diegosantos, ou seja, o clique devolve o visitante a outro perfil da mesma pessoa. Não há selo de verificação no perfil.
  • !
    A barra de destaques está vazia, nenhum destaque registrado, embora seis publicações de 2023, 2024 e 2025 já montem três coleções por assunto sem gravar nada novo.
  • !
    936 seguidores, 3.366 seguindo e 14 publicações na grade, das quais dez são próprias e entram nos cálculos; as outras quatro são publicações em colaboração pertencentes a outras contas, sem data nem números na coleta.
  • !
    Ritmo de 0,05 publicação por semana: dez publicações em 1.428 dias (12/10/2022 a 09/09/2026), ou 204 semanas, com sete pausas acima de 60 dias, a maior de 482 dias, quase 16 meses. A retomada, em 09/09/2026, aconteceu 15 dias antes da coleta.
02

As dez da janela, uma a uma

As barras seguem a ordem da grade, da mais recente para a mais antiga. Dentro de cada quadro, as linhas vão do maior para o menor engajamento. Cada barra e cada linha abrem a publicação com a legenda inteira. A janela vai de 12/10/2022 a 09/09/2026 e a mediana das dez é 9,40%.

A forma da janela

acima do dobro da mediana do perfilentre a mediana do perfil e o dobro delaabaixo da mediana do perfilclique numa barra para abrir a publicação

As dez estão acima da régua de 0,30% do Instagram: 10 de 10, sem exceção. A maior é a de 15/05/2025, com 19,66%, a viagem que fechou a ida a Cusco para apresentar a pesquisa no ICMTT 24. As duas menores são a de 12/10/2022, com 2,99%, que é a mais antiga da janela e o ponto de partida do período, e a de 11/04/2024, com 4,49%. Mesmo o piso do período, 2,99%, é 9,97 vezes a régua de mercado. Entre a maior e a menor há 6,57 vezes de distância: o que varia aqui não é se o público responde, e sim o quanto.

As cinco que ficam na mediana ou acima

Machu Picchu depois do congresso, a legenda que nomeia o congresso e a pesquisa apresentada
15/05 · imagem · 172 curtidas · 12 comentários
19,66%engajamento
Noite de formatura como paraninfo, com quatro contas marcadas, o maior número da janela
28/01 · imagem · 109 curtidas · 20 comentários
13,78%engajamento
A travessia do Vidigal até o Morro Dois Irmãos, com crédito a quem guiou e a única pergunta de todas as legendas
09/01 · imagem · 110 curtidas · 12 comentários
13,03%engajamento
A visita ao Maranhão, com Fórum, fala em evento, São Luís, Lençóis e Alcântara na mesma legenda
13/06 · imagem · 82 curtidas · 10 comentários
9,83%engajamento
A despedida do Bud, a volta depois de 482 dias, com a maior conversa do período
09/09 · imagem · 64 curtidas · 27 comentários
9,72%engajamento

Três destas cinco são o próprio trabalho dele (15/05/2025, 28/01/2024 e 13/06/2024): esse grupo tem mediana de 13,78% em três publicações, contra 9,40% do perfil, e as três ficam acima da mediana. A outra marca é a legenda que conta lugar, motivo e aprendizado, como em 15/05/2025 e 13/06/2024, com 364 e 542 caracteres. E a de 09/09/2026 mostra que a audiência continuou ali depois da maior pausa. A regra prática: quando a publicação nomeia o que ele foi fazer e quem estava junto, ela sobe.

As cinco que ficaram abaixo da mediana

A cachoeira na Floresta da Tijuca, com o guiamento creditado no fim da legenda
16/01 · imagem · 76 curtidas · 9 comentários
9,08%engajamento
Os Arcos da Lapa e a cultura afro-brasileira, na legenda mais curta do período, com 88 caracteres
23/01 · imagem · 66 curtidas · 6 comentários
7,69%engajamento
Uma parede inteira de retratos, sem dizer onde nem o que estava em cartaz
25/01 · imagem · 55 curtidas · 7 comentários
6,62%engajamento
A exposição "Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou", a única legenda com data de encerramento
11/04 · imagem · 38 curtidas · 4 comentários
4,49%engajamento
Dia das Crianças, a mais antiga da janela e o ponto de partida do período
12/10 · imagem · 26 curtidas · 2 comentários
2,99%engajamento

Três delas (23/01/2025, 11/04/2024 e 25/01/2023) são cultura e ancestralidade, o grupo em que este público responde menos: mediana de 6,62% em três publicações, ainda assim 22 vezes a régua de 0,30%. O tema não é o ponto. O que separa este grupo do de cima é o tamanho e o recheio da legenda: 88 caracteres em 23/01/2025 e 107 em 25/01/2023, contra 364 e 542 nas duas de trabalho. A regra prática: dar às visitas culturais a mesma estrutura das publicações de trabalho, o que é aquele lugar, por que ele foi e o que aprendeu ali, como a de 11/04/2024 já faz ao listar Tia Ciata, Donga, Pixinguinha e Cartola.

03

Anatomia do gancho e do roteiro

Nas dez publicações do período, a primeira linha da legenda faz sempre uma de quatro coisas: marca uma data e abre uma retrospectiva, coloca o Diego dentro de uma cena em primeira pessoa, enuncia um tema em uma frase curta ou registra um acontecimento do dia. Separando as dez por esse critério, a diferença de resposta aparece: as aberturas que datam e as que começam por "Eu" formam os dois grupos com resultado acima da mediana do perfil, de 9,40%, e há dois moldes inteiros já escritos por ele dentro da própria grade.

Molde 1 · a retrospectiva que diz o que ele foi fazer

Mediana de 11,81% em 4 publicações (15/05/2025, 28/01/2024, 13/06/2024 e 11/04/2024), 1,26 vez a mediana do perfil e 39,35 vezes a régua de 0,30% do Instagram. É o molde da melhor do período, os 19,66% de 15/05/2025.

1
A primeira palavra data a publicação

"#tbt de uma das viagens mais mágicas e desafiadoras que fiz."

15/05/2025, 19,66%. A marcação de retrospectiva (#tbt, #tbtdump, #dump) avisa logo que aquilo é acervo, e isso libera o assunto: material antigo passa a poder ser publicado hoje sem parecer atrasado.

2
A mesma frase diz o que era aquilo, com nome próprio

"para apresentar a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais no ICMTT 24"

Cusco, Peru, nome do evento e assunto da pesquisa na mesma linha. Em 13/06/2024 (9,83%) o mecanismo se repete com Fórum Abratur 2023, a fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão, São Luís, Lençóis Maranhenses e Alcântara.

3
Assume o que custou

"Apesar do soroche (mal da montanha)"

A dificuldade entra na legenda em vez de ser escondida. É o que transforma foto de paisagem em relato de quem esteve lá.

4
Fecha listando o que ficou

"rolou muito aprendizado, cultura, história, arte, networking e comida boa!"

Uma lista curta no fim resume a viagem inteira. Em 28/01/2024 (13,78%) o fecho é outro, a citação de Malcolm X sobre educação e passaporte para o futuro, mesma função: dar uma frase que o leitor leva embora.

5
Legenda longa o bastante para caber tudo isso

As quatro retrospectivas têm de 266 a 542 caracteres. É o espaço mínimo para caber data, nome do lugar, motivo da ida e o que ficou.

6
O que ainda falta

Fora o aviso de prazo de 11/04/2024, nenhuma das quatro chama o leitor para alguma coisa. Em dez publicações, só uma tem pergunta (09/01/2025, dirigida à amiga marcada) e só uma tem chamada com data (11/04/2024, avisando que a exposição se encerrava em 21/04/2024).

Molde 2 · a cena em primeira pessoa

Média de 11,06% em 2 publicações (09/01/2025 com 13,03% e 16/01/2025 com 9,08%). São só duas, então o valor citado é média: serve como indício forte, não como lei. As duas abrem com a palavra "Eu": 09/01/2025 fica acima da mediana do perfil, de 9,40%, e 16/01/2025 fica logo abaixo dela, a 0,32 ponto percentual de distância.

1
Abre com o corpo dele dentro da cena

"Eu me sentindo o Pikachu, atravessando o Vidigal a caminho do Morro Dois Irmãos no Rio de Janeiro."

09/01/2025, 13,03%. Não é a paisagem que abre, é ele atravessando a paisagem. Em 16/01/2025 (9,08%) a estrutura é idêntica: "Eu vi mamãe Oxum na cachoeira, fiz pedido, ela atendeu".

2
Uma comparação inesperada no lugar do adjetivo

"Me sentindo o Pikachu" faz o trabalho que dez adjetivos não fariam. É humor sobre si mesmo, e é a marca mais reconhecível da escrita dele nas dez legendas.

3
Uma referência que o leitor também tem

"Sim, Fernanda Torres está certa: a vida presta!"

Ancorar a cena em algo que estava na boca de todo mundo dá ao leitor um ponto de entrada imediato.

4
Credita quem conduziu

"Agradeço ao guiamento da melhor, minha amiga: @beatrizkita"

Em 16/01/2025 ele repete: "só com o guiamento incrível desse casalzão maravilhoso @vinha.outdoor e @gabriel.outdoor". Cinco das dez publicações marcam alguém, e a mediana dessas cinco é 9,83%, contra 7,69% das cinco sem marcação.

5
O que ainda falta

A cena fica na cena. Nenhuma das duas diz o que é aquele lugar, por que ele foi até lá ou o que ficou depois, que é justamente o passo 2 do Molde 1. Juntar os dois moldes na mesma legenda é a maior oportunidade de escrita deste perfil.

A abertura em que este público responde menos: o tema enunciado em uma frase

Mediana de 6,62% em 3 publicações (23/01/2025 com 7,69%, 25/01/2023 com 6,62% e 12/10/2022 com 2,99%), contra 9,40% do perfil. Ainda assim são 22 vezes a régua de 0,30%: o tema não é o problema.

São as aberturas "Obrigado, Rio!", "Encher a alma de cultura, história, memória e ancestralidade negra!" e "Feliz dia das Crianças!". A diferença mensurável está no tamanho: essas três legendas têm 88, 107 e 160 caracteres, contra 266 a 542 das quatro retrospectivas. Falta nelas o passo 2 do Molde 1, o nome do lugar e o motivo da ida. A de 12/10/2022 é a mais antiga da janela e marca o ponto de partida do período.

Contada à parte: a abertura por acontecimento do dia

Uma publicação das dez abre assim, a de 09/09/2026, com 9,72%: "Hoje (09/9)". É a despedida do cão Bud, o registro de uma perda, e não entra aqui como molde de conteúdo nem como coisa a repetir.

O que ela mostra sobre o perfil é outra coisa, e é importante: depois de 482 dias sem publicar, a legenda mais longa do período, com 1.146 caracteres, trouxe 27 comentários, o maior número absoluto das dez, e 42,19 comentários por 100 curtidas, contra 13,7 do perfil inteiro. A audiência continuou lá.

A regra editorial que sai dos dois moldes

Toda imagem forte precisa vir com o nome próprio do que está acontecendo ali. Os 19,66% de 15/05/2025 não vieram da foto de Machu Picchu sozinha: vieram da foto mais a frase que diz que ele foi a Cusco apresentar pesquisa no ICMTT 24. Não há marcação nenhuma nessa publicação e a única hashtag é #tbt, ou seja, o resultado saiu da imagem e da legenda, sem alcance emprestado.

É a mesma diferença entre 13/06/2024, com 9,83% e 542 caracteres nomeando Fórum, secretaria, cidades e São João, e 23/01/2025, com 7,69% e 88 caracteres. Mesmo autor, mesmo público, mesmo tipo de imagem. O que muda é se a legenda conta o que é aquilo, por que ele estava lá e o que ficou.

Aplicação imediata, sem material novo: pegar uma visita cultural já publicada, como a exposição "Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou" de 11/04/2024, e reescrevê-la nos cinco passos do Molde 1. A legenda dessa publicação já tem metade do caminho pronto ao listar Tia Ciata, Donga, Heitor dos Prazeres, Pixinguinha, João da Bahiana, Cartola e Dona Yvone Lara, e ao avisar a data de encerramento.

04

O que a voz de Diego Santos ainda não disse

As dez publicações do período são imagem: nenhuma delas é vídeo próprio, então não há nada dito em áudio para transcrever aqui. A voz do Diego, neste perfil, está escrita. E ela é bem particular: dá nome aos eventos, credita quem conduziu, ri de si mesmo e repete um vocabulário próprio. Este módulo mostra o que as legendas já revelam dessa voz e o que ela ainda não teve oportunidade de dizer.

O que os dados sustentam, e o que não

Das dez publicações analisadas, 10 são imagem e 0 são vídeo próprio, e nenhuma tem curtidas ocultas. A grade completa do perfil mostra 14 itens, e 4 deles são publicações em colaboração que pertencem a outras contas (@adornos_e_magia, @revistahospitalidade duas vezes e @soudisantos_): dessas quatro a coleta não traz data, curtidas nem comentários, então elas não entram em nenhum cálculo e nada se pode afirmar sobre o conteúdo delas.

Por isso, tudo o que vem abaixo sai de uma única fonte verificável: as dez legendas, com data e resultado de cada uma.

Quando ele fala do próprio trabalho: 3 publicações, mediana de 13,78%

É o grupo que mais rende no perfil, 1,47 vez a mediana de 9,40%, e as três ficam acima dessa mediana. Repare no que a escrita faz nos três exemplos abaixo: o nome do evento ou da ocasião, o lugar quando existe e o que ele foi fazer ali.

"#tbt de uma das viagens mais mágicas e desafiadoras que fiz. Visitar a cidadela inca de Machu Picchu fechou com chave de ouro minha ida à Cusco, também no Peru, para apresentar a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais no ICMTT 24. Apesar do soroche (mal da montanha), rolou muito aprendizado, cultura, história, arte, networking e comida boa!"

Por que isso importa: é a melhor publicação do período, 2,09 vezes a mediana do perfil, sem nenhuma marcação e com uma única hashtag. O resultado saiu da imagem e desta legenda. Em 364 caracteres cabem o destino, o motivo profissional da viagem, o custo físico dela e o saldo. Nenhuma outra legenda das dez entrega tanta informação por linha.

"#tbtdump da minha visita ao estado do Maranhão. Houve participação no Fórum Abratur 2023, fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão, visita ao centro histórico de São Luís, capital nacional do reggae, celebração no São João, ida aos Lençóis Maranhenses e à Alcântara, cidade mais quilombola do Brasil, tudo isso envolto em muita hospitalidade de todos com quem cruzei. [...] Inegavelmente, a ancestralidade, a influência africana e a negritude estão em todo canto. Foi muito especial!"

Por que isso importa: é a legenda mais densa do período em nomes próprios, 542 caracteres, e é a única que costura trabalho e ancestralidade sem separar os dois. Aqui está a prova de que o tema cultural rende mais quando vem junto do motivo concreto da viagem.

"#dump de uma noite especial de formatura como paraninfo! 🌱'A educação é o passaporte para o futuro, pois o amanhã pertence àqueles que se preparam hoje.' Malcolm X"

Por que isso importa: é a publicação com mais marcações das dez, quatro, e a segunda maior conversa do período, 18,35 comentários por 100 curtidas. Em uma linha e uma citação, ela diz o que a bio não diz: que ele é chamado para ser paraninfo. O que falta na legenda é o resto da história, de qual turma, de qual curso, o que ele falou naquela noite.

Quando ele fala de cultura e ancestralidade: 3 publicações, mediana de 6,62%

É o grupo em que este público responde menos, 6,62% contra 9,40% do perfil, e ainda assim 22 vezes a régua de 0,30% do Instagram. O tema não é o ponto: a diferença está na quantidade de informação que a legenda carrega. Duas dessas três legendas têm menos de 110 caracteres. A terceira, a mais longa das três, é também a que mostra o caminho.

"Esse #tbtdump é para avisar que se encerra em menos de duas semanas, no dia 21/04/2024, a exposição 'Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou' no @ims.paulista. É sobre ancestralidade, cultura, resistência, negritude e samba. É sobre reverenciar quem veio antes de nós: Tia Ciata, Donga, Heitor dos Prazeres, Pixinguinha, João da Bahiana, Cartola, Dona Yvone Lara, entre outras figurantes marcantes da cultura afro-brasileira."

Por que isso importa: é a única das dez legendas com uma chamada com data. Tem nome de exposição, nome de instituição, prazo e sete nomes da história do samba. Ou seja, o repertório para o Molde 1 já está aqui dentro. É a peça que mais ensina sobre o que este perfil consegue escrever quando decide explicar o que está vendo.

"Obrigado, Rio! A cultura afro-brasileira existe/ resiste em cada canto da cidade! ✊🏾🌻🍃✨️"

Por que isso importa: são 88 caracteres, a legenda mais curta das dez, e mesmo assim 25,64 vezes a régua de 0,30%. A frase tem força de cartaz. O que ela não diz é onde ele estava, o que viu e por que aquilo comprova a frase. A mesma frase, dentro do Molde 1, mudaria de patamar.

O material que já está pronto e a voz que ainda não foi ouvida

Somando só o que as dez legendas nomeiam, existe pauta escrita e datada para meses: pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais apresentada no ICMTT 24, em Cusco; Fórum Abratur 2023; fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão; uma noite de formatura como paraninfo; a exposição "Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou"; Alcântara, São Luís, Lençóis Maranhenses; o Circuito das Cascatas da Floresta da Tijuca e a travessia do Vidigal ao Morro Dois Irmãos. Nada disso precisa acontecer de novo para virar publicação.

E há um detalhe de vocabulário que vale mais do que parece: a família de palavras "guiamento" e "guiança" aparece em três legendas (16/01/2025, 09/01/2025 e 09/09/2026), sempre para creditar quem conduziu, e o agradecimento aparece em outras tantas. Isso é uma assinatura, e assinatura é o que faz alguém ser reconhecido antes de ler o nome.

O que a voz ainda não disse: as legendas nomeiam o tema da pesquisa, mas nenhuma das dez conta o que ela mostrou; nomeiam a noite de formatura como paraninfo, mas não contam o que foi dito ali; nomeiam a exposição, mas não contam o que ele aprendeu ali. Um registro em que ele conte essas três histórias com as próprias palavras, no mesmo tom das legendas de 15/05/2025 e 13/06/2024, entregaria à audiência de 936 pessoas exatamente o assunto que ela mais responde, 13,78% de mediana, e daria ao perfil o que hoje falta: aparecer com frequência sem depender de uma viagem nova.

05

O mercado em que Diego joga

Antes de olhar o perfil, vale olhar o campo. As legendas citam a apresentação de uma pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais no ICMTT 24, em Cusco, no Peru, a participação no Fórum Abratur 2023 e uma agenda de cultura afro-brasileira. Quatro números públicos dimensionam esse terreno.

R$ 205,1 biFaturamento do turismo no Brasil de janeiro a novembro de 2025, recorde da série iniciada em 2011

Alta de 6,2% sobre o mesmo período de 2024, somando transporte, hospedagem, alimentação fora de casa, atividades culturais e recreativas e agências de viagem. É faturamento das atividades turísticas, não PIB do setor, e ainda sem dezembro de 2025.

O campo em que ele pesquisa e fala em eventos é um setor de escala nacional e em alta, o que sustenta demanda por quem sabe traduzi-lo com linguagem de pesquisa. Fonte: FecomercioSP, com dados do IBGE, 2026 (dados de 2025).

91%Pessoas negras que dizem que participariam de experiências turísticas ligadas à cultura afro-brasileira

Interesse declarado, medido pelo próprio setor, num recorte de mercado que hoje tem boletim oficial dedicado a ele.

A pauta afro que atravessa as publicações dele tem demanda declarada alta dentro do setor, o que dá lastro de mercado a um posicionamento que hoje aparece de forma pessoal. Fonte: Ministério do Turismo, Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo, edição sobre afroturismo, 2026.

R$ 13,7 biVolume de viagens corporativas intermediado em 2025 pelas agências associadas à Abracorp, recorde da série

É um mercado com volume medido e comprador organizado, com entidade que publica balanço anual.

A mobilidade corporativa que ele foi apresentar no Peru tem aplicação prática imediata, porque existe quem compre esse conhecimento. Fonte: Abracorp, balanço anual, 2026 (dados de 2025).

55%Usuários brasileiros do Instagram que dizem se interessar por conteúdo de viagem e turismo, o tema mais citado

Entre todos os assuntos testados, esse é o primeiro da lista de interesse declarado dos usuários brasileiros da rede.

O assunto que ele domina é o tema de maior interesse declarado no Instagram brasileiro: o conteúdo dele encontra público justamente na rede em que ele já publica. Fonte: Opinion Box, pesquisa sobre o Instagram no Brasil, 2026 (campo em dezembro de 2025).

Por que isso importa para um educador e pesquisador

Os três primeiros números dizem que há mercado, dinheiro e comprador organizado nos temas que aparecem nas legendas dele: um setor de R$ 205,1 bilhões em onze meses, um recorte de viagens corporativas de R$ 13,7 bilhões e um público negro que declara em 91% disposição de consumir experiências ligadas à cultura afro-brasileira. O quarto número diz onde essa conversa acontece: 55% dos usuários brasileiros do Instagram apontam viagem e turismo como o tema que mais lhes interessa, à frente de qualquer outro.

A consequência prática é direta. Quem quiser ser lembrado como a pessoa que explica esse campo não precisa criar interesse, precisa aparecer com regularidade onde o interesse já existe. O perfil hoje tem uma audiência pequena e extremamente responsiva, com 9,40% de engajamento mediano, mais de trinta vezes a régua de 0,30% do Instagram. O que falta não é demanda de mercado nem resposta de público: é presença.

06

A concorrência do nicho, medida

Comparamos o perfil com pessoas que fazem o mesmo que Diego faz: educadores, pesquisadores e consultores brasileiros de turismo e hospitalidade com marca pessoal no Instagram, misturando duas referências nacionais do setor com pares de porte e trajetória próximos, e deixando de fora páginas de instituições, empresas, perfis de notícia e qualquer pessoa com vínculo direto com ele. O método é igual para todos: curtidas mais comentários sobre seguidores exatos, por publicação, mediana das até 36 publicações mais recentes de cada perfil.

PerfilSeguidoresPublicaçõesEngajamento medianoSelo
@moraesrafaelr
turismólogo, professor e pesquisador
29.9059430,43%sim
@guisoaresdias
jornalista e consultor de afroturismo
17.3131.8210,83%não
@lizandranunes
educadora de hotelaria e liderança
9.4401.8830,50%sim
@marceloboeger
consultor e professor de hospitalidade
6.4176550,58%não
@marialdrigui
professora e pesquisadora de turismo
3.8241.5652,07%não
@di_diegosantos
este perfil
936149,40%não
@lanzariniricardo
professor de turismo na UFRN
7201503,06%não
Mediana de perfis pessoais de 1 mil a 10 mil seguidores, 2026··1,78%·
Mediana do Instagram, todos os setores, 2026··0,30%·

Coleta pública de 24/09/2026, mesmo método aplicado aos sete perfis: curtidas mais comentários sobre seguidores exatos, por publicação, mediana das até 36 publicações mais recentes de cada um.

1º de 7Posição do perfil no engajamento mediano entre os perfis medidos

Com 9,40% de mediana, este é o maior engajamento da tabela, e é também o segundo com menos seguidores entre os sete, 936. A mediana dos outros seis perfis medidos é de 0,70%: o resultado dele é 13,3 vezes essa mediana.

5,28xQuanto o perfil rende acima da régua de perfis pessoais de 1 mil a 10 mil seguidores

A régua para perfis pessoais de 1 mil a 10 mil seguidores em 2026 é 1,78%, e a do Instagram em todos os setores é 0,30%. Os 9,40% daqui ficam 5,28 vezes acima da primeira e 31,3 vezes acima da segunda.

3,07xComparação com o perfil de porte mais parecido da tabela

Ricardo Lanzarini (720 seguidores), professor de turismo na UFRN, é o porte mais próximo e o segundo melhor engajamento medido, com 3,06%. No outro extremo, Rafael Moraes (turismólogo, professor e pesquisador) tem 29.905 seguidores, cerca de 32 vezes a audiência daqui, e mediana de 0,43%.

O que essa tabela autoriza a dizer

Primeiro: tamanho de audiência não explica conversa nesse nicho. Entre os sete perfis medidos no mesmo dia e pelo mesmo método, os dois maiores engajamentos medianos são também os dois menores em número de seguidores, e o maior perfil da tabela, com 29.905 seguidores, tem mediana de 0,43%. A discussão útil deixa de ser "preciso de mais seguidores" e passa a ser "preciso aparecer com frequência para uma audiência que já responde".

Segundo: 9,40% é o melhor número da tabela, e a comparação com a régua da faixa de 1 mil a 10 mil seguidores (1,78%) mostra que isso não é só efeito de audiência pequena. Perfis maiores do nicho, como Guilherme Soares Dias (jornalista e consultor de afroturismo, 0,83%), Marcelo Boeger (consultor e professor de hospitalidade, 0,58%) e Liz Nunes (educadora de hotelaria e liderança, 0,50%), são referências consolidadas do mercado e trabalham num patamar de conversa por seguidor bem menor, o que é o comportamento normal de audiência grande.

Terceiro, os limites. As janelas de tempo são diferentes: nos perfis que publicam muito, as 36 publicações cobrem cerca de três meses; aqui, as dez publicações da janela cobrem cerca de 3,9 anos. Por isso a comparação é de mediana, não de média, e por isso a mediana é a medida certa: em Rafael Moraes a média fica em 2,14% contra 0,43% de mediana, porque poucas publicações excepcionais puxam a média. Quatro publicações de Guilherme Soares Dias e uma de Mariana Aldrigui (professora e pesquisadora de turismo, 2,07%) estavam com curtidas ocultas e ficaram fora do cálculo. Os seguidores foram lidos no contador exato de cada página, não no número arredondado do resumo público.

Somando as três coisas: a taxa está no topo do grupo medido, o que sustenta a comparação é a mediana e não um pico isolado, e a única variável em que este perfil fica atrás das referências do nicho é a constância de publicação. Essa é a variável que depende só de decisão.

07

Padrões de produção e distribuição

Formato

Das dez publicações do período, dez são imagem e nenhuma é vídeo próprio, então a mediana de imagem é a mediana do perfil inteiro: 9,40%. Não há mediana de vídeo a comparar. Nenhuma publicação tem curtidas ocultas.

Quem decide o resultado aqui não é o formato, é o assunto: as três publicações de trabalho, pesquisa, ensino e eventos têm mediana de 13,78%, contra 6,62% nas três de cultura e ancestralidade, o grupo em que este público responde menos, ainda assim 22 vezes a régua de 0,30%. As quatro publicações marcadas como retrospectiva (#tbt, #tbtdump, #dump) têm mediana de 11,81%, acima dos 9,40% do perfil: material antigo bem contextualizado funciona neste perfil.

Cadência

Dez publicações entre 12/10/2022 e 09/09/2026, ou 1.428 dias e 204 semanas exatas: 0,05 publicação por semana. Por ano: 1 em 2022, 1 em 2023, 3 em 2024, 4 em 2025 e 1 em 2026 até a leitura de 24/09/2026.

São sete pausas acima de 60 dias: 105 dias (12/10/2022 a 25/01/2023), 368 dias (25/01/2023 a 28/01/2024), 74 dias (28/01/2024 a 11/04/2024), 63 dias (11/04/2024 a 13/06/2024), 210 dias (13/06/2024 a 09/01/2025), 112 dias (23/01/2025 a 15/05/2025) e 482 dias (15/05/2025 a 09/09/2026), a maior delas. O único trecho de ritmo constante é janeiro de 2025: 09/01, 16/01 e 23/01, três publicações em 14 dias, exatamente a cada sete dias, com mediana de 9,08%. A retomada de 09/09/2026 aconteceu 15 dias antes da leitura, e voltou com 27 comentários, o maior número do período.

Marcadores e menções

Cinco das dez marcam alguém, em 9 contas diferentes e nenhuma repetida. A publicação com mais marcações é a de 28/01/2024, com quatro contas na legenda (cabelo, unhas e barba, fotos e a conta citada na linha de modelo).

A mediana das cinco com marcação é 9,83% e a das cinco sem marcação, 7,69%: a diferença existe, mas em grupos de cinco não sustenta uma regra. Hashtag segue o mesmo desenho: nove hashtags em dez publicações, 0,9 por publicação, e cinco publicações sem nenhuma. Horário e dia da semana não mostram diferença real: os horários de Brasília vão de 09:36 a 23:24, com mediana em 14:04, e a mediana das seis quintas (9,46%) fica perto da das outras quatro (8,17%), o que diz respeito ao hábito de publicar, não à resposta do público.

08

Quem está do outro lado, e o que ainda não foi dito

As audiências que este perfil reúne hoje

Não há dado demográfico do público nesta leitura. A leitura abaixo vem só do que o perfil publica, das contas que ele marca e dos papéis que a bio declara.

  • 01
    Gente de educação e de sala de aula. A bio abre com Educador e a publicação de 28/01/2024, uma noite de formatura como paraninfo, é a segunda maior do período com 13,78%. É a audiência que responde ao primeiro papel que a bio declara.
  • 02
    Pesquisa e eventos. A legenda de 15/05/2025 conta a apresentação de pesquisa no ICMTT 24, em Cusco, e a de 13/06/2024 registra participação no Fórum Abratur 2023 e fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão. É o repertório de maior resultado do perfil: mediana de 13,78% em três publicações contra 9,40% do perfil.
  • 03
    Cultura afro-brasileira, samba e ancestralidade. Três publicações do período (25/01/2023, 11/04/2024 e 23/01/2025) tratam disso, com nomes próprios e uma exposição citada na legenda. É o grupo em que este público responde menos, com mediana de 6,62% em três publicações, ainda assim 22 vezes a régua de 0,30%: audiência presente, tema ainda sem série que a organize.
  • 04
    Trilha, natureza e travessia. Em 09/01/2025 e 16/01/2025 ele atravessa o Vidigal a caminho do Morro Dois Irmãos e faz o Circuito das Cascatas da Floresta da Tijuca, marcando quem fez o guiamento. Média de 11,06% nas duas, acima da mediana do perfil.
  • 05
    Imagem e moda. A bio traz a linha de modelo com duas contas marcadas, e a legenda de 28/01/2024 credita cabelo, unhas e barba e fotos a quatro contas. É a audiência que chega pela produção de imagem, e hoje ela só aparece nessa única publicação.
  • 06
    O círculo próximo. Nenhuma das dez publicações ficou sem comentário e são 13,7 comentários por 100 curtidas. Numa base de 936 seguidores, é a camada que garante o piso alto: até a menor do período, em 12/10/2022, marca 2,99%.

Sete pautas que Diego Santos já domina e ainda não publicou por inteiro

  • 1
    A pesquisa, explicada. A legenda de 15/05/2025 nomeia a pesquisa sobre mobilidade corporativa e tecnologias digitais apresentada no ICMTT 24, e para aí. A publicação de maior resultado do período (19,66%) mostra a viagem; o conteúdo do trabalho nunca foi publicado.
  • 2
    O que ele disse no Maranhão. Em 13/06/2024 estão listados o Fórum Abratur 2023 e a fala em evento da Secretaria de Estado do Turismo do Maranhão. O que foi defendido nessas duas ocasiões rende duas publicações inteiras, cada uma com uma ideia só.
  • 3
    O discurso de paraninfo. A legenda de 28/01/2024 traz a citação de Malcolm X sobre a educação ser o passaporte para o futuro, mas não o que ele falou aos formandos. É a pauta mais fácil de recuperar e a que fala direto com a primeira audiência da lista.
  • 4
    Uma figura por publicação. Em 11/04/2024 ele reverencia Tia Ciata, Donga, Heitor dos Prazeres, Pixinguinha, João da Bahiana, Cartola e Dona Yvone Lara numa única legenda, com a exposição "Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou" a menos de duas semanas de encerrar. Sete nomes numa legenda são sete publicações possíveis, sem prazo para vencer.
  • 5
    Alcântara e São Luís. A mesma legenda de 13/06/2024 chama São Luís de capital nacional do reggae e Alcântara de cidade mais quilombola do Brasil, em uma linha cada. São dois assuntos grandes empacotados num só texto, e cada um sustenta uma publicação própria.
  • 6
    O roteiro que ele já andou. 09/01/2025 (Vidigal e Morro Dois Irmãos) e 16/01/2025 (Circuito das Cascatas da Floresta da Tijuca) contam a experiência, não o caminho. Como chegar, quanto dura, com quem ir: é a versão útil de duas publicações cuja média, 11,06%, ficou acima da mediana do perfil.
  • 7
    Os cantos do Rio. Em 23/01/2025 ele escreve que a cultura afro-brasileira existe e resiste em cada canto da cidade, em uma legenda de 88 caracteres, a mais curta do período. A frase é uma série pronta: um canto por publicação, com a história que ele já conhece.
09

Recomendações priorizadas

Em ordem de retorno sobre esforço. As cinco primeiras não pedem produção nova: são campos do cabeçalho e material que já está publicado desde 2023, 2024 e 2025.

  1. Reescrever a primeira linha da bio para dizer o assunto, e não só o papel. A bio aparece inteira na tela, sem corte, e as cinco linhas listam educador, pesquisador, lifelong learner, cantor de karaokê e modelo, sem nomear um único tema. Enquanto isso, a publicação de maior resultado do período, 19,66% em 15/05/2025, é sobre pesquisa apresentada em congresso. Custa minutos e muda o que a primeira tela comunica. Veja em "Como poderia ficar", no topo.
  2. Usar o campo de nome como segundo campo de busca. Hoje ele traz "Diego Santos", o mesmo que o @ já entrega, então os dois campos indexados dizem a mesma coisa. Nome mais tema faz o perfil ser encontrado por quem procura o assunto, e não só por quem já sabe o nome. Uma edição, sem produção nenhuma. Veja em "Como poderia ficar", no topo.
  3. Preencher a categoria, que está em branco. Basta escolher a área em que ele atua, para que o rótulo abaixo do nome diga alguma coisa a quem chega. É um campo de escolha única na edição do perfil.
  4. Apontar o campo de link para um destino próprio. Hoje o campo não leva a nenhum destino próprio: o único endereço externo registrado é o Threads do mesmo @, isto é, devolve o visitante para outro perfil da mesma pessoa. Um destino único (contato, currículo público ou uma página de trabalhos), anunciado na última linha da bio, aproveita o interesse que o perfil já gera, com 13,7 comentários por 100 curtidas.
  5. Abrir três destaques com material já publicado, sem gravar nada. "Pesquisa e eventos" (15/05/2025 e 13/06/2024), "Sala de aula" (28/01/2024) e "Cultura e ancestralidade" (23/01/2025, 11/04/2024 e 25/01/2023). A barra está totalmente vazia, e essas seis publicações já estão no ar: é só reorganizar.
  6. Publicar mais do assunto que mais rende: o próprio trabalho. As três publicações de trabalho têm mediana de 13,78%, 1,47 vez os 9,40% do perfil, e são apenas 3 das 10. Aulas, bancas, congressos, falas e pesquisas em andamento são o acervo mais barato de produzir, porque já acontecem: o registro é o único trabalho novo.
  7. Voltar ao ritmo de janeiro de 2025. Foram três publicações em 14 dias, uma a cada sete, com mediana de 9,08%. Sair de 0,05 publicação por semana para uma a cada sete ou dez dias já muda a escala do perfil, ainda mais com uma audiência que respondeu com 27 comentários depois de 482 dias de pausa. É o item que pede constância, não produção cara.
  8. Dar às legendas curtas o contexto que as longas já têm. As duas menores do período (88 caracteres em 23/01/2025 e 107 em 25/01/2023) estão no grupo de cultura e ancestralidade, que tem mediana de 6,62% em três publicações, enquanto 15/05/2025 e 13/06/2024 contam lugar, motivo e aprendizado em 364 e 542 caracteres. Fechar com convite também é espaço aberto: só uma das dez legendas faz pergunta e só uma traz chamada com data. Esforço de escrita, no momento de publicar.
10

O que fazer, em três blocos

Cinco dos seis achados se resolvem no cabeçalho e na barra de destaques, com o que já está publicado. O que pede trabalho novo é a frequência, e é ela que muda a escala.

0 a 30 dias · arrumar a porta de entrada

  • ›
    Reescrever a primeira linha da bio para nomear o assunto, aproveitando que as cinco linhas aparecem inteiras, sem corte.
  • ›
    Completar o campo de nome com nome mais tema e preencher a categoria, hoje em branco.
  • ›
    Apontar o link para um destino próprio e anunciá-lo na última linha da bio.
  • ›
    Abrir os três destaques com as seis publicações de 2023, 2024 e 2025 que já estão no ar.

Indicador: cabeçalho completo (nome, categoria, link e três destaques) e engajamento mediano mantido no patamar de 9,40%.

30 a 60 dias · voltar ao ritmo e ao assunto que rende

  • ›
    Publicar a cada sete ou dez dias, repetindo a sequência de janeiro de 2025 (três publicações em 14 dias).
  • ›
    Puxar as pautas do que já acontece: aulas, bancas, congressos, falas e pesquisas em andamento, o grupo com mediana de 13,78%.
  • ›
    Escrever as legendas curtas no formato das longas: o que é o lugar, por que ele foi, o que aprendeu ali.

Indicador: sair de 0,05 publicação por semana para pelo menos 0,7, sem cair abaixo da mediana atual de 9,40%.

60 a 90 dias · transformar conversa em destino

  • ›
    Fechar as legendas com convite: pergunta ou chamada com data, hoje presentes em apenas uma das dez cada.
  • ›
    Levar ao feed próprio um vídeo simples e repetível a partir do que já rende, como a viagem de trabalho de 15/05/2025 ou o Maranhão de 13/06/2024.
  • ›
    Manter as colaborações com outras contas, que já colocam o perfil diante de outra audiência.

Indicador: comentários por 100 curtidas mantidos a partir de 13,7 com o volume maior, e nenhuma publicação sem comentário, como nas dez atuais.

11

Como esta análise foi feita

O que foi lido

  • ›
    Coleta pública do perfil em 24/09/2026: as publicações mais recentes com curtidas, comentários, data, tipo, legenda, marcações e hashtags. No período analisado há dez publicações próprias, de 12/10/2022 a 09/09/2026, e são elas que sustentam todos os cálculos.
  • ›
    Leitura do cabeçalho do perfil e da bio completa, incluindo as cinco linhas inteiras, que aparecem na tela sem corte, campo de nome, categoria, endereço externo registrado e barra de destaques.
  • ›
    Coleta de seis perfis de referência do nicho no mesmo dia, 24/09/2026, e pelo mesmo método de cálculo.
  • ›
    Transcrição do áudio dos vídeos com fala: nenhuma das dez publicações do período é vídeo, então não houve áudio a transcrever e nada foi afirmado sobre fala.
  • ›
    Engajamento calculado como curtidas mais comentários sobre os 936 seguidores exatos, publicação por publicação, e consolidado em mediana e em média.
  • ›
    O que não entra: visualizações, compartilhamentos e salvamentos, que a coleta pública não traz, assim como alcance, dados demográficos e o conteúdo dos comentários, de que existe apenas a contagem. As quatro publicações em colaboração que aparecem na grade não trazem data nem números e ficaram fora de todo cálculo.
  • ›
    Nenhum dado privado de conta foi acessado.

De onde vêm os números de mercado

  • ›
    Faturamento do turismo no Brasil: FecomercioSP, Pesquisa do Faturamento do Turismo Nacional, com dados do IBGE, divulgada em 2026 com apuração de 2025.
  • ›
    Demanda por experiências ligadas à cultura afro-brasileira: Ministério do Turismo, Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo, edição dedicada ao afroturismo, 2026.
  • ›
    Viagens corporativas: Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), balanço anual de 2025, divulgado em 2026.
  • ›
    Interesse dos usuários brasileiros do Instagram por tema: Opinion Box, pesquisa sobre o Instagram no Brasil, com campo em dezembro de 2025.
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    Réguas de comparação usadas: mediana do Instagram, todos os setores, 2026, em 0,30%; e mediana de perfis pessoais de 1 mil a 10 mil seguidores, 2026, em 1,78%.
Nobox Group Análise de Instagram de Diego Santos · Nobox Group · leitura de 24/09/2026. Os números vieram do que está publicado no perfil, em coleta pública. Nenhum dado privado de conta foi acessado.